Obrigações acessórias serão tema do 5º módulo da capacitação do CFC e da RFB sobre a Reforma Tributária


O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) realiza, no dia 25 de junho, às 9h, o 5º módulo da capacitação sobre a Reforma Tributária do Consumo (RTC). Nesta etapa do curso, que será on-line, o tema abordado pelos especialistas da Receita Federal do Brasil (RFB) será Obrigações Acessórias. O encontro integra a programação do projeto desenvolvido pelo Conselho em parceria com o órgão e conta com o apoio da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).

Considerado um dos módulos mais aguardados da capacitação, a iniciativa abordará aspectos operacionais da implementação da reforma, com foco nos procedimentos que impactarão diretamente a rotina dos profissionais da contabilidade.

O módulo será conduzido por cinco auditores-fiscais da Receita Federal. Entre os palestrantes estão o coordenador de Estudos e Gestão de Projetos Estratégicos, Wolney Cruz; o gerente de projetos da Reforma Tributária, Ariel Bolzan Witczak; o supervisor do Tratamento Tributário da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), Marco Antônio Duran; o membro da Equipe de Quantificação do PAT-RTC e do grupo RTC – Devoluções da RFB, Guilherme Dal Pizzol; e o coordenador do projeto da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e do Projeto da Nota Fiscal Eletrônica do Ouro Ativo Financeiro, Hermano José Toscano.

Desde o início da capacitação, especialistas da Receita Federal têm debatido os principais aspectos da Reforma Tributária do Consumo. A proposta é contribuir para a preparação dos profissionais da contabilidade para o período de transição e de implementação das novas regras.

O quinto módulo será realizado, exclusivamente, de forma on-line, a partir das 9h, horário de Brasília, por meio do canal do CFC no YouTube.

Para fazer a sua inscrição, clique aqui.

Serviço

Evento: Capacitação sobre a Reforma Tributária do Consumo – 5º Módulo: Obrigações Acessórias
Data: 25 de junho de 2026
Horário: 9h – horário de Brasília
Transmissão: Canal oficial do CFC no YouTube (@TV_CFC)

Por Julliene Nogueira
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

CFC reforça parceria com Juntas Comerciais em reunião nacional


Presidente do CFC defendeu aliança estratégica entre a contabilidade e instituições que atuam na abertura, regularização e fiscalização das empresas.

A melhoria do ambiente de negócios, a modernização dos registros empresariais e o combate aos crimes financeiros estiveram no centro dos debates da Reunião Mensal dos Presidentes das Juntas Comerciais, realizada nesta quarta-feira (17), em Brasília. O encontro reuniu dirigentes de todo o país, representantes do governo federal e instituições parceiras para discutir temas relacionados ao registro empresarial, ao ambiente de negócios e à integridade das atividades econômicas.

A programação também marcou a apresentação da nova diretoria da Federação Nacional das Juntas Comerciais (Fenaju) para o biênio 2026-2027. Eleita por aclamação, a presidente da Junta Comercial do Estado do Piauí (Jucepi), Alzenir Porto, assumiu a presidência da entidade.

Participaram da reunião o presidente do CFC, Joaquim Bezerra; o secretário nacional de Ambiente de Negócios do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), Maurício Juvenal; o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; o presidente do CRCPI, Ricjardeson Dias; o superintendente da Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino, Extensão e Inovação (Fadex), Antônio Vinícius Ferreira; além de presidentes de Juntas Comerciais e representantes de instituições parceiras.

Em sua fala, Joaquim Bezerra cumprimentou a nova gestão da Fenaju, em nome da presidente Alzenir Porto, e afirmou que a rotina da profissão exige interlocução constante com órgãos como as Juntas Comerciais, a Receita Federal, as administrações tributárias, os cartórios e a Previdência Social.

Segundo ele, a qualidade dessa articulação influencia diretamente a abertura de empresas, a regularidade dos negócios e a segurança dos investimentos. “Não há como nós conduzirmos a execução da nossa profissão sem efetivamente uma aliança estratégica com as Juntas Comerciais”, disse.

Joaquim Bezerra também destacou mudanças no perfil da profissão contábil. Em sua avaliação, a automação de processos e o avanço da inteligência artificial ampliam a demanda por profissionais capazes de atuar em áreas estratégicas relacionadas à gestão, à análise de dados, à reforma tributária e à atração de investimentos.

À frente da Fenaju, Alzenir Porto corroborou a importância do alinhamento entre instituições que atuam junto ao setor produtivo e argumentou que o objetivo é criar condições mais favoráveis para o crescimento socioeconômico e a melhoria das condições de vida da população brasileira. “A gente quer aquilo que é propício para o nosso país. A gente precisa melhorar a economia”, declarou.

Durante a reunião, participantes destacaram os avanços obtidos pelas Juntas Comerciais na digitalização de serviços e na redução do tempo necessário para abertura de empresas. O presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Piauí (CRCPI), Ricjardeson Dias, citou a experiência da Junta Comercial do Piauí e os impactos da transformação digital para profissionais da contabilidade e empreendedores.

Integridade e combate aos crimes financeiros

Outro tema debatido foi o uso de estruturas empresariais por organizações criminosas para ocultação de recursos e movimentações financeiras ilícitas. A pauta foi aprofundada pelo secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, que reiterou a necessidade de maior integração entre as instituições responsáveis pelos registros empresariais e os órgãos de controle e de investigação.

“O eixo da asfixia financeira do combate ao crime organizado só vai ser possível se a gente contar com o apoio das Juntas Comerciais e de todo o sistema”, concluiu.

Segundo o secretário, a rapidez e a eficiência alcançadas pelos sistemas de registro empresarial exigem mecanismos capazes de identificar usos indevidos dessas estruturas por grupos criminosos. Nesse sentido, Chico Lucas informou que a Secretaria Nacional de Segurança Pública vem ampliando o cruzamento de dados e pretende avançar na cooperação com as Juntas Comerciais e com os profissionais da contabilidade.

Ao final do encontro, Joaquim Bezerra colocou o CFC à disposição da nova diretoria da Fenaju e da Secretaria de Segurança Pública para ampliar a cooperação entre as entidades e dar continuidade às pautas discutidas durante a reunião.

Leia também:
CFC e Ministério da Justiça articulam cooperação para prevenção à lavagem de dinheiro

Por Ana Paula Leitão
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

Ouvidoria do CFC registra 100% de respostas às manifestações recebidas em 2025


Relatório de Gestão destaca transparência, participação social e melhorias realizadas a partir das demandas dos usuários

A Ouvidoria do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) divulgou o Relatório de Gestão referente ao exercício de 2025. O documento apresenta os resultados do canal de diálogo entre a instituição, os profissionais da contabilidade e a sociedade, reforçando o compromisso com a transparência e os aprimoramentos dos serviços prestados.

Ao longo do ano, a Ouvidoria recebeu 2.481 manifestações e concluiu integralmente as demandas registradas, dentro dos prazos estabelecidos. O tempo médio de resposta foi de 11 dias, abaixo do prazo legal de até 30 dias.

As manifestações recebidas contribuíram para identificar as necessidades dos usuários e aperfeiçoar processos internos. Entre as iniciativas resultantes desse trabalho estão a ampliação da produção de carteiras profissionais; o lançamento da Plataforma Educont, voltada à Educação Profissional Continuada; e a inclusão do Coaf no aplicativo CRC Digital.

O relatório também destaca a inclusão dos dados da Ouvidoria no painel CFC em Números. A ferramenta permite acompanhar volume de demandas, prazos de atendimento, tipos de solicitações, perfil dos usuários, demandas e resultados.

A pesquisa de satisfação realizada com os usuários apontou que 63,59% dos participantes avaliaram o atendimento como “Ótimo” ou “Bom”, demonstrando a importância da Ouvidoria como instrumento de escuta ativa e melhoria contínua. O Relatório de Gestão da Ouvidoria do CFC – 2025 está disponível para consulta, clicando aqui

Por Flávia Pacheco
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

CFC reúne especialistas para debater os desafios da atividade fiscalizatória


Evento destaca inteligência artificial, reforma tributária, prevenção à lavagem de dinheiro e capacitação contínua como pilares para o fortalecimento da fiscalização no Sistema CFC/CRCs

A fiscalização do exercício profissional contábil diante dos novos desafios tecnológicos, regulatórios e institucionais está no centro dos debates do 4º Seminário de Fiscalização do Sistema CFC/CRCs, promovido pela Escola de Governança e Gestão dos Conselhos de Contabilidade (EGC), nos dias 17 e 18 de junho de 2026, no auditório do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília. O evento reúne fiscais, vice-presidentes, conselheiros, diretores e representantes do Sistema CFC/CRCs, com transmissão ao vivo para participantes de todo o país.

Na abertura do evento, a vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CFC, Sandra Campos, destacou a evolução da iniciativa, que chega à quarta edição com uma programação ampliada e multidisciplinar, voltada ao fortalecimento da atuação fiscalizatória.

Segundo ela, o encontro foi planejado especialmente para os fiscais do Sistema e busca proporcionar atualização técnica, troca de experiências e integração entre as equipes dos Conselhos Regionais de Contabilidade. “Esse é um evento pensado para vocês fiscais. Aproveitem, troquem ideias, conversem e fortaleçam os vínculos que eu sei que vocês já têm”, afirmou Sandra.

A vice-presidente ressaltou ainda que a programação contempla temas atuais e estratégicos para a fiscalização, como inteligência artificial, reforma tributária, procedimentos processuais, saúde e bem-estar no ambiente profissional e prevenção à lavagem de dinheiro. Ela também agradeceu o apoio do presidente do CFC, Joaquim Bezerra Filho, que acompanha a iniciativa desde a primeira edição.

Capacitação como instrumento de fortalecimento institucional

Ao dar as boas-vindas aos participantes, o presidente do CFC, contador Joaquim Bezerra, destacou o crescimento do seminário ao longo dos anos e enfatizou a importância da capacitação contínua para o fortalecimento da fiscalização e da profissão contábil. “Vejo que o seminário não cresce apenas em quantidade de pessoas envolvidas, mas cresce na qualidade do que está sendo entregue. E, para mim, isso é o mais fundamental nesse processo”, declarou.

Bezerra Filho destacou que a valorização da fiscalização está diretamente ligada aos objetivos estratégicos da atual gestão, que incluem o reposicionamento da profissão contábil, o fortalecimento dos profissionais e o reconhecimento internacional das práticas adotadas no Brasil.

Para o presidente, a unidade entre o CFC, os Conselhos Regionais e os profissionais que atuam na ponta do sistema é essencial para ampliar a percepção da sociedade sobre a relevância da contabilidade para a confiança pública e para o desenvolvimento econômico do país. “A sensação de pertencimento precisa alcançar o profissional, o empresário, o governo e a sociedade. Quando isso acontece, o valor da profissão passa a ser melhor percebido”, ressaltou.

Novos desafios da fiscalização

Durante seu pronunciamento, Joaquim Bezerra também destacou que a transformação digital exige uma fiscalização cada vez mais preparada para lidar com temas complexos e interdisciplinares.

Segundo ele, a programação do seminário reflete essa necessidade ao incluir discussões sobre inteligência artificial, proteção de dados, ativos digitais, criptoativos e prevenção à lavagem de dinheiro. “O ritual da fiscalização daqui a pouco a inteligência artificial vai fazer. Mas a essência do julgamento e da interpretação humana não será substituída. Por isso, é fundamental investir na capacitação dos nossos fiscais e técnicos”, explicou.

O presidente reforçou ainda que a fiscalização permanece como uma das principais essências do Sistema CFC/CRCs, por contribuir diretamente para a proteção da sociedade, a valorização da profissão contábil e o fortalecimento da confiança nas informações produzidas pelos profissionais da contabilidade.

Programação aborda temas estratégicos

A programação do seminário contempla painéis técnicos e debates sobre os impactos da reforma tributária na fiscalização dos CRCs, aplicação prática da Resolução CFC nº 1.603/2020, mudanças trazidas pela NBC TG 51, análise das ITGs 2002 e 2004, ativos digitais e criptoativos, uso da inteligência artificial no trabalho fiscal e prevenção à lavagem de dinheiro. Também estão previstas palestras sobre saúde e bem-estar no ambiente corporativo e atividades voltadas à integração dos participantes.

Ao reunir especialistas, dirigentes e profissionais de todo o Sistema CFC/CRCs, o 4º Seminário de Fiscalização reafirma o compromisso da EGC e do CFC com a qualificação permanente das equipes de fiscalização e com o fortalecimento das ações que garantem a segurança, a ética e a qualidade do exercício profissional contábil em todo o país.

Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

Brasil e China discutem papel da contabilidade na segurança dos investimentos


Encontro reuniu representantes da contabilidade brasileira e do governo da Província de Jiangsu para debater cooperação institucional, ambiente de negócios e o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.

Em um momento de intensificação das relações comerciais entre Brasil e China, representantes da contabilidade brasileira e do governo da Província de Jiangsu se reuniram nesta segunda-feira (15), em São Paulo, para discutir como a contabilidade pode contribuir para a segurança dos investimentos e para o fortalecimento da confiança necessária aos negócios entre os dois países.

Realizado na sede do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP), o encontro reuniu representantes do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), da Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon), do Instituto de Auditoria Independente do Brasil (Ibracon), do CRCSP e do Sescon-SP, além de integrantes do Departamento de Finanças da Província de Jiangsu (JSDOF), órgão responsável pela supervisão da informação contábil das empresas, pelo licenciamento de firmas de contabilidade e pela supervisão do instituto provincial de contadores.

Durante a reunião, os participantes trocaram experiências sobre a estrutura da profissão contábil em seus respectivos países, os mecanismos de supervisão e controle de qualidade, a adoção de normas internacionais de contabilidade e auditoria, os avanços relacionados aos relatórios de sustentabilidade e os desafios enfrentados por empresas que atuam em mercados cada vez mais integrados.

As discussões também abordaram o papel da contabilidade na promoção da transparência, da segurança jurídica e da confiança necessárias para o desenvolvimento das atividades comerciais e para a atração de investimentos em um cenário de crescente aproximação entre Brasil e China.

Uma das regiões mais desenvolvidas e industrializadas da China, a Província de Jiangsu possui forte presença nos setores de manufatura de eletrônicos, têxteis, energia e tecnologia. O encontro refletiu o interesse da delegação chinesa em conhecer a estrutura da profissão contábil brasileira e compreender como a atuação dos profissionais da contabilidade contribui para a segurança das operações empresariais e dos investimentos realizados no país.

Para o presidente do CFC, Joaquim Bezerra, a aproximação entre as instituições reforça o papel estratégico da contabilidade no fortalecimento do ambiente de negócios e da confiança dos investidores.

“Quanto maior a qualidade das informações produzidas e auditadas, maior a segurança para investidores, empresas e governos. Esta iniciativa reforça a importância da contabilidade brasileira como fonte para confiança e para fortalecimento dos investimentos chineses no Brasil”, afirmou Joaquim Bezerra.

“Nós, do CFC estamos dispostos a buscar formas de auxiliar as empresas chinesas no processo de adaptação normativa às normas contábeis brasileiras. As entidades contábeis brasileiras estão sempre abertas à cooperação para auxiliar o desenvolvimento dos negócios no Brasil”, complementou o presidente do CFC.

A visita contou ainda com a participação de representantes da Província de Jiangsu, uma das regiões mais desenvolvidas e industrializadas da China, destacada pela forte presença nos setores de manufatura de eletrônicos, têxteis, energia e tecnologia. Seu Produto Interno Bruto (PIB) supera o de diversos países integrantes do G20. A presença da delegação reforça o interesse mútuo em ampliar os canais de diálogo e cooperação entre os organismos contábeis dos dois países.

Ao final da reunião, os participantes manifestaram interesse em manter o diálogo institucional e ampliar o intercâmbio de experiências em áreas de interesse comum, fortalecendo os laços entre as entidades brasileiras e as autoridades da Província de Jiangsu.

Participantes

Entre as autoridades da contabilidade brasileira, participaram da reunião o presidente do CFC, Joaquim Bezerra; a embaixadora internacional do CFC e presidente da Abracicon, Maria Clara Bugarim; o presidente do Ibracon, Sebastian Yoshizato Soares; o presidente do Sescon-SP, Antonio Carlos Santos; o vice-presidente Técnico do CFC, João Carlos Castilho Garcia; o vice-presidente de Registro do CRCSP, Roberson de Medeiros; a gerente-geral do Ibracon, Fernanda Rivelli; e a assessora da Presidência do CFC, Stephanie Lacerda.

A delegação chinesa foi composta por Zhang Jiangyi, inspetor de Segundo Nível do Departamento de Finanças da Província de Jiangsu; Xue Jianjing, diretora da Divisão de Contabilidade; Li Wei, diretora do Departamento de Supervisão Financeira; Li Weibo, diretor-adjunto da Divisão de Recursos Naturais e Meio Ambiente; Ma Xiaorong, diretora-adjunta do Centro de Serviços para CPAs; e Zhao Guangshuo, diretor-adjunto do Centro de Avaliação de Ativos.

Por Ana Paula Leitão
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

Instabilidade temporária no FGTS Digital pode atrasar atualização de guias pagas  – Jornal Contábil


O Ministério do Trabalho e Emprego informa que, devido ao elevado volume de processamento em produção, alguns pagamentos de guias podem levar mais tempo do que o habitual para serem internalizados no sistema.

Nessas situações, mesmo após o pagamento já ter sido efetuado, a guia poderá permanecer temporariamente com a situação “Expirada” até que o processamento seja concluído.

O órgão orienta os empregadores a aguardarem a atualização da situação da guia antes de emitir e realizar um novo pagamento, evitando assim pagamentos em duplicidade desnecessários. A atualização ocorrerá automaticamente após a conclusão do processamento dos pagamentos.

Nessas situações, mesmo após o pagamento já ter sido efetuado pelo usuário, a guia poderá permanecer temporariamente com a situação “Expirada” até que o processamento seja totalmente concluído.

Orientações aos Empregadores

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO

Você está perdendo conteúdos exclusivos

Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.

R$4,90

Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês

LIBERAR MEU ACESSO AGORA

✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

Para evitar transtornos e prejuízos financeiros, pedimos atenção aos seguintes pontos:

  • Não refaça o pagamento: Aguarde a atualização da situação da guia antes de tentar emitir ou realizar um novo pagamento. Isso evita o pagamento em duplicidade.
  • Atualização automática: Não é necessário abrir chamados ou repetir a operação. Assim que o processamento for concluído, o status da guia será atualizado automaticamente pelo sistema.



Fonte Original

CFC e instituto contábil da Índia discutem inovação, qualificação e boas práticas


Durante visita ao CFC, representantes do Institute of Chartered Accountants of India (ICAI) apresentaram experiências voltadas à inovação, à qualificação profissional e à modernização da atividade contábil.

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) recebeu, nesta sexta-feira (12), representantes do Institute of Chartered Accountants of India (ICAI) para discutir inovação, qualificação profissional e modernização da atividade contábil. Durante o encontro, os representantes indianos apresentaram iniciativas desenvolvidas para responder aos desafios da transformação digital, incluindo ações relacionadas à inteligência artificial, auditoria digital, educação profissional continuada e prevenção a fraudes.

Participaram do encontro Abhay Chhajed e Babu Abraham Kallivayalil, membros do Conselho Central do ICAI, além do vice-presidente de Governança e Gestão Estratégica do CFC, Haroldo Santos; da diretora de Estratégias e Parcerias Globais, Elys Souza; e da gerente da Escola de Governança e Gestão dos Conselhos de Contabilidade (EGC), Stephanie Lacerda.

Criado pelo Parlamento da Índia em 1949, o ICAI reúne mais de 450 mil membros e cerca de 1 milhão de estudantes, figurando entre os maiores organismos profissionais da área contábil no mundo. A instituição é responsável por registrar e disciplinar o exercício profissional, emitir normas contábeis e de auditoria, e representar a área internacionalmente.

A visita ocorre em um momento de ampliação das relações comerciais e diplomáticas entre Brasil e Índia. Em julho de 2025, os dois países assinaram seis acordos bilaterais cobrindo infraestrutura digital, energia renovável, agricultura, propriedade intelectual e defesa. O Brasil é, hoje, o principal parceiro comercial da Índia na América Latina e no Caribe.

Transformação digital e integridade

Um dos destaques da reunião foi a apresentação do Digital Accounting and Assurance Board (DAAB), voltado a questões de contabilidade e auditoria no ambiente digital: inteligência artificial, cibersegurança, proteção de dados e auditoria de sistemas. O órgão é responsável por desenvolver normas técnicas para auditoria digital e por dialogar com reguladores diante dos desafios trazidos pela rápida transformação tecnológica dos ambientes de negócios.

Outra iniciativa pioneira é o UDIN (Unique Document Identification Number), sistema criado pelo ICAI para combater fraudes e oferecer mais credibilidade e transparência à profissão. A ferramenta gera um número único para cada documento certificado ou atestado por um contador em exercício, permitindo que reguladores, instituições financeiras e demais usuários verifiquem sua autenticidade. O objetivo é coibir a falsificação de assinaturas e a atuação de falsos contadores.

A delegação indiana também detalhou o modelo de formação dos Chartered Accountants, que combina exames técnicos, estágio supervisionado e educação profissional continuada obrigatória. O sistema busca assegurar que os profissionais ingressem no mercado com sólida formação técnica e mantenham seus conhecimentos atualizados.

Foi abordada, ainda, a experiência da Índia na capacitação dos profissionais para atuar em um ambiente regulatório em constante transformação. Os representantes do ICAI destacaram a atuação de comitês especializados que produzem orientações técnicas e ações de capacitação relacionadas à evolução do sistema tributário indiano, experiência que dialoga com os desafios enfrentados atualmente pelos profissionais brasileiros diante da implementação da reforma tributária.

Durante a reunião, o vice-presidente de Governança e Gestão Estratégica do CFC, Haroldo Santos, manifestou interesse em conhecer mais as experiências indianas, especialmente aquelas relacionadas à contabilidade digital e ao sistema UDIN. Para ele, o diálogo entre as instituições pode abrir caminhos para a cooperação em temas estratégicos e para o desenvolvimento de respostas conjuntas a desafios compartilhados pela profissão.

“Recebemos representantes de uma das maiores instituições contábeis do mundo e tivemos a chance de conhecer soluções inovadoras desenvolvidas na Índia, ao mesmo tempo em que apresentamos experiências brasileiras. Este encontro representa um primeiro grande passo para aprofundarmos o diálogo e abre uma porta importante para a construção de uma agenda de interesse comum para a profissão contábil nos dois países”, afirmou Haroldo Santos.

Por Ana Paula Leitão
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

FGV divulga resultados definitivos da Prova Objetiva do EQT


O que são cookies?

Cookies são pequenos arquivos de texto enviados pelo site que são salvos em seu computador, tablet ou telefone quando você visita um site. Usamos os cookies necessários para fazer o site funcionar da melhor forma possível e sempre aprimorar os nossos serviços.

Alguns cookies são classificados como necessários e permitem a funcionalidade central, como segurança, gerenciamento de rede e acessibilidade. Sem eles, o site não funciona ou apresenta mau desempenho. Estes cookies podem ser coletados e armazenados assim que você inicia sua navegação ou quando usa algum recurso que os requer.

Eles contêm informações sobre a sua navegação em nossa página e retêm apenas informações relacionadas à suas preferências.

Assim, essa página consegue armazenar e recuperar os dados sobre os seus hábitos de navegação, de forma a melhorar a experiência de uso, por exemplo. É importante frisar que eles não contêm informações pessoais específicas, como dados sensíveis ou bancários.

O seu navegador armazena os cookies no disco rígido, mas ocupam um espaço de armazenamento mínimo, que não afetam o desempenho do seu computador. A maioria das informações são apagadas logo ao encerrar a sessão.


Alguns cookies serão colocados em seu dispositivo diretamente pelo nosso site – são conhecidos como cookies primários. Eles são essenciais e possibilitam a navegação em nossas aplicações e o acesso a todos os recursos; sem estes, nossos serviços podem apresentar mal desempenho ou não funcionar corretamente.

Temporários

Nós utilizamos cookies de sessão. Eles são Temporários e expiram quando você fecha o navegador ou quando a sessão termina.

Finalidade

Estabelecer controle de idioma e segurança ao tempo da sessão.

Persistentes

Utilizamos também cookies persistentes que permanecem em seu disco rígido até que você os apague ou seu navegador o faça, dependendo da data de expiração do cookie. Todos os cookies persistentes têm uma data de expiração gravada em seu código, mas sua duração pode variar.

Finalidade

Coletam e armazenam a ciência sobre o uso de cookies no site.


Outros cookies são colocados no seu dispositivo não pelo site que você está visitando, mas por terceiros, como, por exemplo, os sistemas analíticos.

Temporários

Nós utilizamos cookies de sessão. Eles são Temporários e expiram quando você fecha o navegador ou quando a sessão termina.

Finalidade

Coletam informações sobre como você usa o site, como as páginas que você visitou e os links em que clicou. Nenhuma dessas informações pode ser usada para identificá-lo. Seu único objetivo é possibilitar análises e melhorar as funções do site.

Persistentes

Utilizamos também cookies persistentes que permanecem em seu disco rígido até que você os apague ou seu navegador o faça, dependendo da data de expiração do cookie. Todos os cookies persistentes têm uma data de expiração gravada em seu código, mas sua duração pode variar.

Finalidade

Coletam informações sobre como você usa o site, como as páginas que você visitou e os links em que clicou. Nenhuma dessas informações pode ser usada para identificá-lo. Seu único objetivo é possibilitar análise e melhorar as funções do site.

PORQUE USAMOS COOKIES?

O CFC utiliza Cookies para fornecer a melhor experiência de uso, tornando nossas aplicações disponíveis no site mais personalizadas, tendo por base suas escolhas e comportamento de navegação.

Assim, buscamos entender como você utiliza nossas aplicações e ajustar o conteúdo para torná-lo mais relevante para você, além de lembrar de suas preferências.

Os Cookies participam deste processo porquanto armazenam, leem e executam os dados necessários para cumprir com o nosso objetivo.

Você pode desabilitá-los alterando as configurações do seu navegador,
mas saiba que isso pode afetar o funcionamento do site.

Chrome

Firefox

Microsoft Edge

Internet Explorer

Safari

DISPOSIÇÕES FINAIS

Para o CFC, a privacidade e confiança são fundamentais para a nossa relação com você. Estamos sempre nos atualizando para manter os mais altos padrões de segurança.

Assim, reservamo-nos o direito de alterar esta Política de Cookies a qualquer tempo. As mudanças entrarão em vigor logo após a publicação, e você será avisado caso ocorram.

Ao continuar a navegação nas nossas aplicações do site após essa mudança se tornar eficaz, você concorda com ela. Aconselhamos que você sempre verifique esta Política.

Em caso de dúvidas sobre esta Política de Cookies, entre em contato conosco pelo e-mail dpo@cfc.org.br.

Esta Política de Cookies foi atualizada pela última vez em 16/04/2021.



Fonte Original

Classe contábil entrega 133 sugestões à Receita Federal para aperfeiçoar a CBS


Documento consolidado pelo CFC reúne contribuições de profissionais da contabilidade de todo o país ao regulamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo criado no âmbito da reforma tributária do consumo.

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) encaminhou à Receita Federal, nesta quinta-feira (11), 133 sugestões elaboradas pela classe contábil brasileira para aperfeiçoar o Regulamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), um dos tributos que compõem o novo sistema de tributação do consumo criado pela reforma tributária. As propostas foram recebidas pelo Núcleo Temático da Reforma Tributária do CFC, consolidadas em um documento nacional e encaminhadas ao Fisco.

As sugestões procuram antecipar dúvidas operacionais, reduzir incertezas regulatórias e facilitar a aplicação da CBS por empresas, profissionais da contabilidade e pela própria administração tributária. A iniciativa busca colaborar para a construção de um ambiente regulatório mais previsível, eficiente e alinhado aos desafios da transição para o novo modelo tributário brasileiro.

“Nosso objetivo foi identificar situações concretas que podem gerar dúvidas operacionais, insegurança jurídica ou aumento de custos para contribuintes e profissionais. As contribuições buscam antecipar esses desafios e oferecer alternativas para tornar a implementação da CBS mais eficiente”, afirma Fellipe Guerra, conselheiro do CFC e coordenador do Núcleo da Reforma Tributária do Comitê de Assuntos Tributários e Fiscais.

O material consolida proposições recebidas até 5 de junho a partir de contribuições encaminhadas pelos Conselhos Regionais de Contabilidade, integrantes do Núcleo Temático da Reforma Tributária do CFC e representantes de entidades que acompanham as discussões sobre o novo sistema tributário.

Principais sugestões apresentadas

Entre os pontos encaminhados à Receita Federal está a criação de regras mais detalhadas para operações que não envolvem mudança de titularidade, como remessas para conserto, industrialização por encomenda, comodato, feiras e operações logísticas. Embora façam parte da rotina das empresas, essas operações ainda demandam tratamento mais específico no regulamento, de forma a reduzir dúvidas interpretativas e riscos de inconsistências na aplicação das regras tributárias.

Outro tema de destaque diz respeito às regras da apuração assistida da CBS. O documento sugere aperfeiçoamentos na sistemática atualmente prevista, especialmente em relação à possibilidade de o silêncio do contribuinte ser interpretado como concordância automática com os valores apurados pelo Fisco. Na avaliação dos especialistas envolvidos na elaboração das propostas, o tema exige mecanismos adicionais de proteção ao direito de manifestação dos contribuintes e à prevenção de controvérsias jurídicas.

O documento também apresenta recomendações voltadas às empresas optantes pelo Simples Nacional, especialmente em temas relacionados à operacionalização da CBS e do IBS, à integração de sistemas e à definição de procedimentos de apuração.

Entre as observações técnicas estão a simplificação dos processos de ressarcimento e compensação de créditos tributários, com redução de etapas burocráticas, definição de prazos objetivos para análise dos pedidos e ampliação da efetividade dos saldos credores durante a implantação do novo modelo tributário.

“A reforma tributária exigirá adaptações em sistemas, processos e rotinas das empresas e dos escritórios de contabilidade. Por isso, é fundamental que a regulamentação avance de forma consistente, permitindo que todos os envolvidos tenham segurança e tempo adequado para se preparar”, destaca Márcio Schuch, vice-presidente de Inovação e Tecnologia do CFC e coordenador do núcleo gestor do Comitê de Assuntos Tributários e Fiscais.

O documento inclui ainda contribuições relacionadas ao funcionamento do split payment e aos mecanismos de creditamento previstos na reforma tributária, com foco na proteção do adquirente de boa-fé, na redução dos riscos decorrentes de eventuais irregularidades praticadas por fornecedores e no fortalecimento da segurança jurídica.

Também foram encaminhadas sugestões sobre operações de importação e exportação, obrigações acessórias, regimes diferenciados, compensação e ressarcimento de tributos, além das regras de transição entre o sistema atual e o novo modelo instituído pela reforma tributária. Há ainda propostas voltadas ao produtor rural, ao setor imobiliário, às micro e pequenas empresas e às operações sujeitas a regimes específicos, contemplando situações que exigem tratamento regulatório diferenciado.

Além dos aspectos operacionais, o material reúne recomendações voltadas a temas estruturantes para a implementação do novo sistema de tributação do consumo, como a harmonização entre CBS e IBS, a redução dos custos de conformidade para empresas, o fortalecimento da segurança jurídica e a previsibilidade necessária ao período de transição, que se estenderá até 2033.

“A contabilidade terá papel decisivo na implementação da reforma tributária. Por isso, o Sistema CFC/CRCs vem atuando tanto na capacitação dos profissionais quanto no aperfeiçoamento das regras que vão orientar essa transição. Em parceria com a Receita Federal e a Fenacon, já mobilizamos dezenas de milhares de profissionais em ações de capacitação em todo o país. As sugestões que apresentamos agora à Receita Federal refletem essa experiência prática de quem estará na linha de frente da aplicação do novo sistema tributário”, conclui o presidente do CFC, Joaquim Bezerra.

Clique aqui e acesse a íntegra do documento enviado à Receita Federal.

Por Ana Paula Leitão
Comunicação CFC

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.



Fonte Original

CFC prestigia cerimônia de posse da nova diretoria do Sescap/PE


O que são cookies?

Cookies são pequenos arquivos de texto enviados pelo site que são salvos em seu computador, tablet ou telefone quando você visita um site. Usamos os cookies necessários para fazer o site funcionar da melhor forma possível e sempre aprimorar os nossos serviços.

Alguns cookies são classificados como necessários e permitem a funcionalidade central, como segurança, gerenciamento de rede e acessibilidade. Sem eles, o site não funciona ou apresenta mau desempenho. Estes cookies podem ser coletados e armazenados assim que você inicia sua navegação ou quando usa algum recurso que os requer.

Eles contêm informações sobre a sua navegação em nossa página e retêm apenas informações relacionadas à suas preferências.

Assim, essa página consegue armazenar e recuperar os dados sobre os seus hábitos de navegação, de forma a melhorar a experiência de uso, por exemplo. É importante frisar que eles não contêm informações pessoais específicas, como dados sensíveis ou bancários.

O seu navegador armazena os cookies no disco rígido, mas ocupam um espaço de armazenamento mínimo, que não afetam o desempenho do seu computador. A maioria das informações são apagadas logo ao encerrar a sessão.


Alguns cookies serão colocados em seu dispositivo diretamente pelo nosso site – são conhecidos como cookies primários. Eles são essenciais e possibilitam a navegação em nossas aplicações e o acesso a todos os recursos; sem estes, nossos serviços podem apresentar mal desempenho ou não funcionar corretamente.

Temporários

Nós utilizamos cookies de sessão. Eles são Temporários e expiram quando você fecha o navegador ou quando a sessão termina.

Finalidade

Estabelecer controle de idioma e segurança ao tempo da sessão.

Persistentes

Utilizamos também cookies persistentes que permanecem em seu disco rígido até que você os apague ou seu navegador o faça, dependendo da data de expiração do cookie. Todos os cookies persistentes têm uma data de expiração gravada em seu código, mas sua duração pode variar.

Finalidade

Coletam e armazenam a ciência sobre o uso de cookies no site.


Outros cookies são colocados no seu dispositivo não pelo site que você está visitando, mas por terceiros, como, por exemplo, os sistemas analíticos.

Temporários

Nós utilizamos cookies de sessão. Eles são Temporários e expiram quando você fecha o navegador ou quando a sessão termina.

Finalidade

Coletam informações sobre como você usa o site, como as páginas que você visitou e os links em que clicou. Nenhuma dessas informações pode ser usada para identificá-lo. Seu único objetivo é possibilitar análises e melhorar as funções do site.

Persistentes

Utilizamos também cookies persistentes que permanecem em seu disco rígido até que você os apague ou seu navegador o faça, dependendo da data de expiração do cookie. Todos os cookies persistentes têm uma data de expiração gravada em seu código, mas sua duração pode variar.

Finalidade

Coletam informações sobre como você usa o site, como as páginas que você visitou e os links em que clicou. Nenhuma dessas informações pode ser usada para identificá-lo. Seu único objetivo é possibilitar análise e melhorar as funções do site.

PORQUE USAMOS COOKIES?

O CFC utiliza Cookies para fornecer a melhor experiência de uso, tornando nossas aplicações disponíveis no site mais personalizadas, tendo por base suas escolhas e comportamento de navegação.

Assim, buscamos entender como você utiliza nossas aplicações e ajustar o conteúdo para torná-lo mais relevante para você, além de lembrar de suas preferências.

Os Cookies participam deste processo porquanto armazenam, leem e executam os dados necessários para cumprir com o nosso objetivo.

Você pode desabilitá-los alterando as configurações do seu navegador,
mas saiba que isso pode afetar o funcionamento do site.

Chrome

Firefox

Microsoft Edge

Internet Explorer

Safari

DISPOSIÇÕES FINAIS

Para o CFC, a privacidade e confiança são fundamentais para a nossa relação com você. Estamos sempre nos atualizando para manter os mais altos padrões de segurança.

Assim, reservamo-nos o direito de alterar esta Política de Cookies a qualquer tempo. As mudanças entrarão em vigor logo após a publicação, e você será avisado caso ocorram.

Ao continuar a navegação nas nossas aplicações do site após essa mudança se tornar eficaz, você concorda com ela. Aconselhamos que você sempre verifique esta Política.

Em caso de dúvidas sobre esta Política de Cookies, entre em contato conosco pelo e-mail dpo@cfc.org.br.

Esta Política de Cookies foi atualizada pela última vez em 16/04/2021.



Fonte Original